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Disfunção Erétil (Impotência Sexual)

 
A Disfunção erétil (DE) um problema que atinge milhões de homens. Ela pode ser causada por múltiplos fatores, sendo as causas divididas em dois grandes grupos. A) causas psicogênicas B) causas orgânicas.
 
A Disfunção erétil (DE) de causa psicogênica pode ser primária ou secundária e estar relacionada a estresse emocional, coerção sexual, coerção pré-puberal, problemas de relacionamento (conflitos conjugais e separações), problemas com emprego (desemprego e diminuição de renda), depressão, insatisfação com a vida e atitude pessimista.
 
Dentro do grupo orga^nico, a fisiopatologia permite classificá-la em vascular (arterial), endo´crina, neuroge^- nica, tecidual e medicamentosa.
 
Arteriais- o pênis recebe um grande aporte de sangue na ereção. Entretanto, quando esses vasos sanguíneos ficam obstruídos (como por exemplo por placas de colesterol), o sangue não consegue passar com facilidade do abdômen para o pênis. Assim, o mesmo pode ficar com a ereção diminuída, decorrente da baixa quantidade de sangue que se dirige ao órgão. (Figura 01).
 
Endócrinas- problemas hormonais podem causar disfunção erétil. Quando os testículos não estão produzindo adequadamente os hormônios masculinos (testosterona), pode ocorrer disfunção erétil. Outras alterações hormonais podem levar a esse problema, como a deficiência dos hormônios produzidos na tireóide. Além disso, a elevação de hormônios da hipófise (um glândula que fica próxima ao cérebro) como por exemplo o hormônio prolactina, leva também a disfunção erétil. Por isso, na consulta, o urologista costuma investigar alterações hormonais.
 
Medicamentos - diversos remédios podem ter como efeito colateral a piora da ereção. Alguns tipos de remédios para controle da pressão arterial são apenas alguns exemplos.
 
Neurológicas- problemas neurológicos que afetem o cérebro, a medula espinhal ou os nervos periféricos que inervam o pênis causam disfunção erétil. Algumas vezes, o paciente pode até apresentar a sensibilidade peniana normal, mas tem a ereção dificultada. Algumas vezes, o urologista pode precisar de exames mais específicos pra detectar esses casos.
 
Teciduais- Algumas doenças causam modificações microscópicas nos tecidos do pênis. Os tecidos são formados um conjunto de células. Nessas doenças essas células sofrem alterações. Assim, o pênis que apresenta uma grande quantidade de fibras elásticas, passa a perder essas fibras, modificando assim a sua constituição tecidual.
 
Cabe ao urologista identificar essas causas. Ele poderá precisar de alguns exames de sangue. Em alguns casos, mais específicos, o médico urologista poderá precisar de uma ultrassonografia com doppler do pênis (figura 02).
 
O tratamento de disfunção erétil pode se feito, a depender do caso, com medicações orais, medicações injetáveis no pênis, ou em casos mais graves, a colocação de prótese peniana. (Figura 03).
 
Nessa cirurgia, é colocada uma prótese no interior do pênis, que funciona como um "esqueleto", a qual mantém o pênis rígido durante as relações sexuais.
 
Algumas vezes, é preciso fazer hormônios masculinos. Esses hormônios podem ser feitos através de adesivos na pele ou de um gel, que pode ser aplicado nas axilas.
 
Alguns tipos de medicações utilizadas para o tratamento de doenças do coração interferem com alguns tipos de medicações utilizadas no tratamento da disfunção erétil (DE). Assim, a indicação do tratamento deve ser feita de forma criteriosa, escolhendo uma medicação que se adequa ao perfil clínico do paciente. Isso é especialmente importante em pacientes idosos, que podem apresentar problemas cardíacos. Uma indicação errada pode ser fatal, já sendo registrado episódios de óbito com uso inadequado de medicações para corrigir a disfunção erétil.
 
Uma dose inadequada pode levar ainda a uma outra complicação, o priapismo. Nessa situação, o pênis permanece muito tempo ereto. Com o prolongamento da ereção, passa a ocorrer dor, que vai aumentando de intensidade. Em algumas situações, para corrigir o priapspismo, o médico urologista precisa fazer injeções no pênis de algumas medicações para que ele entre na fase de detumescência, ou, em outras palavras, que ele saia da fase de rigidez e volte a fase de flacidez. (Figura 04)
 
O médico urologista é um profissional que se forma após, no mínimo 11 anos, de estudos em medicina. Assim, ele se habilita a tratar as doenças e as complicações, tanto clinicamente como cirurgicamente.









DR. RAIMUNDO NETO
Hospital Leonardo da Vinci - UROCENTER
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Aldeota - Fortaleza - Ceará


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